[DIÁRIO DE VIAGEM] Vancouver, parte 2
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[DIÁRIO DE VIAGEM] Vancouver, parte 2

Por Yukie
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A data está chegando e Vancouver está ficando mais próximo de mim, mas…
Como já contei, vou fazer um intercâmbio para o Canadá, mas antes de começar a arrumar as malas e todo o resto, houve todo um processo.
Depois de fechar o intercâmbio, ou seja, pagar, assinar contrato e receber a “aprovação” da escola, veio a parte que mais me assustou até então: Tirar o visto.
Para tirar o visto, contratei uma empresa especializada nisso, a Global Visa. É importante deixar claro que você pode fazer toda a aplicação por si mesma, porém, como foi a minha primeira vez, optei por obter ajuda de profissionais.
Para ir fazer intercâmbio no Canadá, me deram as opções: tirar o visto canadense de turismo, o visto de estudante ou optar por tirar o visto americano e depois do visto de turismo canadense.
Escolhi tirar o visto americano e depois o eTA (Eletronic Travel Authorization), e meu maior medo estava em tirar o visto americano. Tanta gente falando o quão difícil é tirar, que muitos são negados e diversos outros relatos semelhantes, que sim, fiquei apavorada, mas tentei.
Foi caro? Sim, foi. Passei mais tempo em filas para tirar foto, impressão digital e para fazer a entrevista, do que realmente fazendo essas coisas, mas no final deu tudo certo e fui aprovada.
Como foi tirar o visto?
Depois de preencher um formulário para a Global Visa com algumas informações sobre mim, conversar com o Jonathan (quem me ajudou a tirar o visto) para responder mais algumas informações e agendar o dia em que iria tirar foto e o polegar (em um local) e a entrevista com o consulado (em outro local), foi a preparação e depois o “grande dia”.
Acho válido informar que o Jonathan foi atencioso em todo o momento. Ele me auxiliou desde o inicio e ainda conversou comigo dias antes da entrevista, passando alguns pontos importantes e úteis para fazer a entrevista e ter chances de ser aprovada.
A foto e a impressão digital foi bem fácil, na verdade, passei mais tempo na fila esperando do que realmente fazendo isso.
A entrevista também foi rápida. Na verdade, achei que iria demorar muito, mas logo que cheguei (tem horário marcado, para ambos, não atrasar é minha dica de ouro aqui) fui para a fila para ser revistada (não leve celular e nem nada eletrônico para fazer a entrevista ou você vai ter de pagar um guarda-volume para conseguir entrar no consulado) e depois encaminhada para fazer a entrevista. Não é um local fechado e exclusivo para você.
Sabe aquelas “cabines” que vemos nos filmes americanos, quando um detento é preso e eles conversam com um vidro entre o visitante e o detento? É bem nesse estilo.
As perguntas variam muito de uma pessoa para outra. As minhas perguntas foram (não lembro de todas, mas de algumas): no que sou formada, se sou casada ou solteira, para onde vou, qual a intenção da viagem, quanto tempo vou ficar e deve ter tido mais uma ou duas perguntas, mas só.
Porém, para outra pessoa que vi a entrevista, a entrevistadora pediu alguns documentos (então levem tudo, mas tudo mesmo, porque se não tiver eles te reprovam e vai ter de fazer tudo de novo), fez algumas perguntas e ainda assim foi negado.
O que isso significa? Que depende do entrevistador, se ele gostar de você, se você mentiu na hora de aplicar (sim, eles pesquisam fundo para saber se você mente ou não) e se você cair em contradição na hora em que estiver respondendo (e você vai perceber isso, porque o entrevistador vai repetir a mesma pergunta em momentos diferentes).
Fiquei com medo, mas fui verdadeira e consegui meu “aprovado” e eles te informam na hora.
Para tirar o eTA, depois de conseguir o visto americano é bem simples. A Agência S7 ajudou na aplicação e fui aprovada no mesmo dia também.Meu conselho para quem quer tirar os vistos:
Seja verdadeiro. Como eu não tinha visto americano e nunca tinha tirado, contratei alguém para ajudar e foi de grande valia. Paguei um pouco caro? Sim, mas melhor para caro uma vez do que ficar pagando e refazendo tudo de novo, diversas vezes.
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